08 fevereiro 2007

Ensinamento para tempos em que nos encontramos mais enfraquecidos

Evitar locais barulhentos.

Evitar contacto com pessoas agitadas.

Normalmente estes indivíduos, inconscientemente retiram-nos energia. Não se apercebem, mas enquanto “agitam os braços”, a única coisa que promovem é desequilíbrio, para além de um pouco de aragem.



Evitar estar rodeado de pessoas com muitas certezas.

Em épocas de enfraquecimento, é muito fácil cair na tentação de procurar escapatórias para fugir ao que realmente sentimos. Agarrarmos uma receita, uma frase pomposa, de alguém cheio de certezas, e ficarmos fascinados, é uma boa escapatória para um ego desesperado. Porém passados uns dias estamos de volta ao quarto escuro, uma vez que as certezas apenas insuflam o ego. Raras são as que ampliam a consciência.



Jardinagem

Nestes períodos pode ser bastante compensador, para além de que o contacto com a mãe terra, só por si é fonte de grande harmonização energética. Apazigua a mente, e é facilitador do contacto com a nossa alma.

7 comentários:

Fallen Angel disse...

Deixou-me nostálgico, Magda...

Recordei-me do António e dos seus conselhos..

( Mande-lhe um abraço, sim?...)

E fica um beijinho para si.

Cachorro Cosmico Branco disse...

Enfim...
um pouco de recatamento, uma bela musiquinha, um pouco de incenso (ou sem incenso, para quem preferir), e um estarmos connosco próprios...

Ah! Já agora pedir uma ajudazita ao céu também ajuda...
(há mais claro, mas...)

Beijocas

Magda Moita disse...

Fallen Angel

O abraço será entregue, pode crer.

Um beijinho também para si.

Cachorro cósmico branco

O pedido de ajuda ao céu está sempre implícito e presente.

Beijinhos

wicky disse...

jardinagem , sem dúvida

nem que seja na rua ou na esquina da rua do lado a arrancar umas ervas ...
ou a plantar bolbos em casa se o problema é espaço.

È a primeira coisa q faço depois de me levantar - ir ver as plantas, sentir o aroma da manhã

A Mónada disse...

Hmmm! O nosso ser é calmo, tranquilo e sereno. Na vacuidade encontramos o que precisamos. Torna-se por isso desnecessário para nós, estarmos em sítio e com outras pessoas assim.

Mas enquanto trabalhadores da LUZ nós somos farois para os outros e assim temos de estar bem em todo o lado. É na nossa LUZ interior e no foco do nosso sentir mais profundo é que estaremos reguardados...

Experimenta estar sempre no agora, bem desperta, como observadora do teu sentir.

Mas mantém o coração terno e amoroso, cheio de compaixão...

Então sim estarás bem em quase todos os sítios e com quase todas as pessoas....

Gostei do teu post... fez-me ganhar consciência de mim mesmo...

Fica bem...

Célia Marina disse...

Procuro um cantinho para me esconder do barulho que venho enfrentando no dia a dia...
Imaginem sou Terapeuta Naturopata, preciso passar o bem....e na neurose do barulho está dificil...
Mas agora estarei indo para praia!!!quem sabe...não é.

beijocas

Magda Moita disse...

Wicky, olá!

Nesse teu costume, biliões de células sorriem no teu amanhecer, e a tua alma fica em paz.
Parabéns!
Beijos fofos


Mónada

Agradeço o teu sábio comentário.
Andei afastada do computador uns dias, e ontem antes da minha leitura nocturna abri o blog, li o teu comentário e adormeci reflectindo nas tuas palavras.
Lembrei-me de que em tempos o meu sentir era muito próximo do que descreves aqui. Recordei-me de que somos um estado, um estado continuamente a ser testado. Quando nos perdemos nas tramas do ego, nos enredos mundanos, esse estado é abalado, se não estiver sempre presente que: “É na nossa LUZ interior e no foco do nosso sentir mais profundo é que estaremos resguardados...”
Estes ensinamentos, somente ajudam-nos a retomar esse estado, ajudam a limpar os vidros do nosso farol que entretanto fomos esquecendo de polir. Ajudam-nos a “estar sempre no agora, bem desperta, como observadora do teu sentir.”

Fica bem, e obrigada por me recordares quem sou.

Beijinhos

PS: Enquanto escrevia este comentário, um som intimidante, ressoa no meu ser, olho pela janela, o mar muito revolto, os cães agitados, até a Mãe Terra estremece. Saio ao pátio, observo, já não há praticamente areia na “minha” praia. Um sismo… sentis-te?


Célia Marina

Ir á praia é uma excelente terapia, mas quando não te for possível podes sempre vir até aqui refugiar-te.

Beijinhos

Magda