07 junho 2007

A minha Horta

Esta é a minha primeira courgette (ou curgete, usando a grafia portuguesa). Estou super orgulhosa da minha obra, planta-la foi um prazer, rega-la todos os dias e falar com ela, foi muito terapêutico, e saborea-la daqui por uns minutos... Hum... Eu depois conto a sensação.



Para que possam percepcionar a dimensão da mesma, coloquei este tomate que é de compra, pois os meus ainda estão verdes.

A mãe da curgete


Frequentemente aconselho alguns dos meus consultantes astrológicos, a usarem o cultivo como terapia. Para certos posicionamentos astrológicos esta seria uma das melhores formas de reencontrar o equilíbrio interno. Enquanto colocamos as mãos na terra, entramos em contacto com a energia da mãe terra, enraizamo-nos, equilibramos os nossos chacras, em especial o da raiz. Todo o processo conduz-nos a um pleno estado de harmonia interior, enquanto cuidamos das plantinhas, harmonizamos a nossa mente, eliminamos pensamentos recorrentes, tranquilizamo-nos, e, espantamos ansiedades. Em meditação também o podemos fazer, mas para alguns esse processo é mais difícil. Para além disso, quando colhemos o que plantamos, temos um profundo e amoroso estado de satisfação.

Infelizmente a grande maioria dos pacientes olha para mim com um ar incrédulo, e rapidamente se desculpa dizendo que não tem terreno. Pois é, eu também não tenho terreno (tenho pátio empedrado) apesar de morar numa casa térrea, mas tenho canteiros, como podem observar nas fotografias a baixo, e a minha pequena produção dá para partilhar com amigos. Durante a segunda Guerra Mundial, na Rússia Soviética, muitas famílias subsistiram nas grandes cidades, cultivando legumes nas suas varandas, e hoje tanto se fala de Permacultura.

Passamos o tempo a queixarmo-nos que a vida está cara, protestamos com a conta do supermercado, e mais, acreditamos nas "profecias", em que se prevê um desastre económico. A economia esta de mal a pior, e eu acredito que vai aparecer uma inversão das teorias meramente economicistas, levando a espiritualização de todo o sistema, aguardemos a entrada de Plutão em Capricórnio. A última vez que se encontrou neste signo, trouxe o capitalismo, e desta vez vai leva-lo, trazendo à humanidade uma nova forma de estar na vida, em que o SER vai imperar sobre o Ter. É nesta medida que as estruturas vigentes vão romper, e a humanidade voltará ao respeito pelo equilíbrio biológico da terra.

Mas será que paramos para repensar novas formas de abundância? Ou é mais fácil, alimentarmos a indústria farmacêutica, e entupirmo-nos de anti depressivos! Ou numa onda nova Era, correr tudo quanto é novas terapias!?!


Sementeira de rabanetes.


Espinafres


Tomateiro

A caminho do grelhador

16 comentários:

Cachorro Cosmico Branco disse...

hum... looks pretty good....!!! :)

Abraço grande

Magda Moita disse...

Ola cachorro cosmico branco,

Estava deliciosa. Mesmo divinal.

Beijos fofos

Magda

António Rosa disse...

A tua horta está em franca expansão. Que te tenha sabido bem.

Até sábado, beijinhos

Magda Moita disse...

Olá António!

Soube mesmo muito bem! ;)

Abreijos e até sábado.

Om-Lumen disse...

Faço das tuas palavras as minhas...

Eu também cultivo em parceria com o meu pai... batatas, milho, ervilhas, alfaces, tomates, abóboras, trigo, favas, tremoços, rabanetes, cenouras, pepinos, feijão, alcachofras, nozes, cerejas, nectarinas, pêssegos, ameixas, laranjas, uvas, tangerinas, figos, e acho que não me esqueço de mais nada...
Mas tenho que confessar que quem trabalha mais no cultivo ainda é o meu pai...
Para além de poupar, sabemos o que estamos a comer... e como tu dizes é uma sensação muito boa colher o que plantamos...
Passo a descrever: costumo fazer longas caminhadas pelo campo e no meio do mato... e respirar bem fundo...
Quando regresso, por vezes tenho apetite, e consoante a época, saboreio directamente da árvore o fruto ou colho uma leguminosa verde e faço uma salada...
Muitas vezes sento-me no chão perto da árvore e fico ali em meditação de prazer comestível... :-)

Hoje, podiam oferecer-me uma ocupação profissional paga a ouro numa cidade, mas eu não trocaria este momento de vida bucólica que experimento...
Já experimentei a cidade, em Portugal e em outros países... Agora, já não me serve... a forma como as suas estruturas estão organizadas (na maioria das grandes cidades) leva o ser humano a acelerar para um abismo stressante e de escravidão material...
Eu deixei de olhar para o relógio... olho para o sol... e acordo ouvindo os passarinhos... :-)

Um abraço bucólico verde solidário e amigo. :-)

Om-Lumen

Luzidium disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Magda Moita disse...

Om-lumen!

Ao ler as tuas palavras, senti grande afinidade, e identificação.
Quem sabe um dia não vens connosco, para a nossa co-criação, SHANTINIKETAN, (Morada de Paz).
Actualmente vivo no paraíso, mas já houve momentos em que viva mais sincronizada que hoje em dia. Continuo a acordar com os passarinhos , mas voltei a olhar para o relógio... agora reeduco-me para olhar o sol...

Um abraço florido e amigo

Magda

Magda Moita disse...

Olá Pedro!

Diz aos teus amigos do yoga, que as tuas preferências alimentares não tem importância nenhuma. Também eu há uns anos era, apreciadora de feijoada, cozido a portuguesa, costeletas gigantes de novilho, e por ai... Fui deixando de ter dinheiro para alimentar estes carnívoros apetites, e depois, mesmo com as finanças mais compostas, deixei gradualmente de ter vontade de comer qualquer tipo de carne vermelha.
Fast food, nunca foi de facto o meu forte!

Beijo

António Rosa disse...

Magda,

Um recado de última hora: que tal o Vulcano aqui?

Fiquei fascinado com a descrição do Om-Lumen e achei imensa piada ao Luzidium. É tão falada gestão dos opostos. Isso dos dois bloggers que mais aprecio, para além de ti, minha fofa.

Quando nos mudarmos para o interior, pediremos ao Om-Lumen umas receitas saborosas, que ele deve conhecer, com legumes e, de preferência sem soja, que não me sabe bem. Organizaremos uma festa e convidaremos o Luzidium e outros amigos.

Anónimo disse...

Olá, jovem agricultora!

Moro num apartamento, por isso, plantações só na marquise. Tenho lá três vasos onde plantei tomilho, mangericão e flores. Se der, segue-se salsa, coentros e mais flores.
A tua curgete parece deliciosa.
Beijinho
Estrela

Magda Moita disse...

Mestre, lindo!

Boa ideia essa do Vulcano, vou colocar on line, aqui

Também fiquei fascinada com a descrição do Om-Lumen e o Luzidium, lol, um bom garfo...

A primeira coisa que pensei foi que já estávamos a ampliar a lista, dos que a nós se vão juntar, para umas comidinhas agradáveis, e serões ao luar.

Beijos fofos

Magda Moita disse...

Estrela!

É assim mesmo, não há terreno, mas há vasos e floreiras! Sabias que já vendem mangas com terra dentro, preparadas para plantar morangos na varanda?

Boas plantações!

Beijos

Existe uma estrela no céu que ninguem vê senão eu! disse...

Olha concordo planamente ctg, eu procuro nunca me queixar com nada ou julgar se esta certo ou errado, procuro eu fazer bem, pq eu faço a diferença...
Gostei da tua horta e na profecia celestina já tinha visto esse estudo dos alimentos, se nos falassemos com eles dessemos amor e nos unissemos a eles eergeticamente, eles nasciam com muitas mais vitaminas ...
Eu não posso fazer uma horta em casa mas um dia que tenha uma tentarei ...
Bjinhos

Magda Moita disse...

Olá! Existe uma estrela no céu que ninguém vê se não eu!

Obrigada pela tua visita, vou visitar o teu espaço!

Sincronizarmos com o nosso propósito sem julgar, e sem nos queixarmos, não é de todo tarefa fácil mas com treino, preserverança e compaixão é possível.

Há umas floreiras altamente que se adaptam perfeitamente a qualquer casa, e sem sujidade experimenta. ;)

Beijinhos

Magda

elbow disse...

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Anónimo disse...

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