14 abril 2007


Que planetas eram os teus olhos

e que geometria

te fez a sombra dum triângulo!

Pousada na tarde

alongada…

Do principio,

no Outono

dourada no limite tranquilo.

Armando Correia

5 comentários:

Anónimo disse...

Em vez de devaneios diletantes, frases tão profundas que se tornam vazias, e considerações semi-poéticas sem conteúdo, seria mais sério e útil apresentar em que se baseia a suposta fundamentação deste sem sem fim de credos místicos, para que a pudessemos discutir. Basta de fugas para a frente! Que quem acredita nisto entenda de uma vez por todas que tem de o fundamentar!

António Rosa disse...

Belo poema e melhor ilustração.
Beijinho
António

Magda Moita disse...

Olá anónimo!

Um debate é um desafio interessante, fundamente o que deseja debater, e já agora assine pois gosto de saber com quem estou a debater.
Quanto ao conteúdo, do post experimente sentir, pode ser que reencontre o Seu conteúdo.

Olá António!
Boas...
Tenho andado no bosque.
Voltei a casa para recolher mantimentos e surpresa, o António, andou por aqui.

Beijos fofos

Om-Lumen disse...

O painel é lindo e a mensagem é inútil ser fundamentada por mentes habituadas a uma programação puramente analítica.

Podemos inundar o mundo de mensagens direcionadas ao ser profundo mas os surdos de alma nunca as ouvirão enquanto não despertarem para outro nível de consciência.

Um abraço amigo enquanto não caminhamos no bosque juntos :-)

Om-Lumen

Magda Moita disse...

Om-Lumen

Em breve caminharemos juntos no bosque.
Espero, sem esperar.
A nosso favor são os ventos silenciosos, mas ressonantes que transportam tranquilamente sincronicidade.

Um abraço amigo :-)