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11 junho 2010

"Esther Williams Moita"

O ano passado resolvi aprender a nadar... O Verão passado decidi que iria participar numa competição de Triatlo. Por isso comecei igualmente a treinar bicicleta, contudo ainda me falta treinar a corrida, por isso este objectivo fica para o ano.
Contudo este ano consegui o recorde de nadar 850 metros em 30 minutos...








Este é o grande Rui o meu companheiro de pista. Dedicado e incansável amigo. Obrigada por seres quem és!



Toda a classe! Actualmente sou a única mulher, para além da professorara é claro!

17 maio 2009

Peddy paper na Escola Secundaria de Peniche

Estes três magníficos seres, Susana, Catarina e Cátia convidaram-me para uma actividade Escolar, um peddy paper, diverti-me imenso.

Muito obrigada, foi espectacular.

Equipa 10, nome da equipa: Rosinha da "Sexy" shop

A empenhada equipe em plena actividade!


Radical!

A ultima prova física, uma experiência fantástica. ;)

A mascote da equipa, a Rosinha, ao ombro da Professora Anabela.

Grande Catarina!

Grande Cátia!
Grande Susana!
Adorei voltar a andar de Bicicleta!

Não pensem que é fácil...





Quando andei com a Susana, foi pura adrenalina.


Apesar de termos ficado em 10º lugar, valeu a pena estas horas de convívio.

Foi de facto muito bom!

Muito obrigada meninas!

20 fevereiro 2009

Desafio!


Letra da musica, clique aqui!




Lanço-vos um desafio:

“Continuando pelo périplo da «oficina amorosa»…” A.R.

O número de casais descontentes é cada vez maior. Observam-se as seguintes reclamações retratadas nestas causas: discussões constantes, silêncios arrepiantes, indiferença, maus tratos psicológicos ou físicos, enfim, uma panóplia imensa de efeitos secundários dos vírus, que deixamos instalar nas relações sem ter consciência, que mais dia, menos dia, o nosso sistema imunológico não vai resistir…

Não se maltrata quem se ama...


Verificamos que muitos destes casais vivem infelizes como inimigos e não se separam. E aqui eu pergunto: Qual a razão para dois seres supostamente unidos por amor chegarem a estados de profundo desamor? Porque é que não se separam?

Temos o compromisso de preservar o nosso Amor, porque nós somos amor, e este nunca desaparece. Pode porventura ficar adormecido, pode tão simplesmente esmorecer, mas nunca desaparece.

O estado de endurecimento do amor pode por ser irreversível, não sendo por isso possível continuar em determinada relação.
Se existisse essa consciência talvez não se viesse a verificar que por fim a raiva toma posse, não deixando qualquer espaço para outro sentimento.

Porque nos fechamos ao amor?

Por outro lado temos também os casos em que a felicidade é aparente, meticulosamente montada, e aqueles dois seres têm um acordo tácito de se manterem juntos, energicamente distantes, equivocadamente conformados, fechando lentamente a entrada de amor nas suas vidas. Mais uma vez rejeitamos a vibração amorosa.

Porque não se separam...?


Resposta do António a este desafio:

Magda,

«Malo, malo malo eres,
no se daña a quién se quiere»

Gostei muito do teu texto.

Andamos os dois tão enfronhados nesta coisa da "oficina amorosa", a queremos preparar tudo, para explicarmos o que nem nós percebemos bem (falo por mim, claro).
E eu assino por baixo, lol.

Se, às vezes, nem conseguimos manter uma mera relação cordial com as pessoas à nossa volta.

Se, por uma questão de bom ou mau humor (estado anímico) descambamos com facilidade em «tonterias» (como diria a nossa amiga Concha).

Se, com os medos mencionados (e muito bem) pela Samsara, ficamos imobilizados na nossa própria vida e infernizamo-nos e aos outros.

Há muitos «ses»... Que se traduzem modernamente apenas nisto [em meu entender, claro!]:

E a propósito de muitos “Ses”, convido-vos a ler um poema magnífico de Rudyard Kipling, “IF”

1) Porque o ser humano frequentemente se equivoca e confunde a emoção conhecida por «desejo sexual» com a energia básica que todos possuímos conhecida por «amor». O resto acontece por osmose cultural. Aquilo que deveria ter-se ficado por…

2) Porque o «desejo sexual» é atávico e faz parte da natureza biológica do homem/animal. É bom que seja praticado.

3) Porque o «amor» não é biológico. No entanto, pode parecê-lo. O amor é inerente à condição da alma. (Uso aqui a palavra alma no sentido corriqueiro que as pessoas dão a esta palavra, mas tu sabes o que penso ser a alma - é apenas o nosso interruptor para os nosso corpos superiores.

4) Porque a «personalidade/ego» trata das coordenadas das coisas. E coordenar «desejo sexual» e «amor» não é coisa fácil. Nada mesmo. Porque a missão principal do ego/personalidade é evitar que a pessoa sofra. Essa é a sua função primária. Por isso se falar tanto em auto-estima. Os exemplos desta função primária do ego/personalidade estão muitíssimo bem retratados nos exemplos dados pela Samsara. Melhor não poderia ter sido retratado.

5) Porque igualmente não permitimos que a alma trate da qualidade das coisas. Ao taparmos a voz da alma em detrimento da voz da «mente/personalidade/ego» fica tudo esfrangalhado. Porque mesmo que se deixe a alma falar, e ela sabe sempre quando o amor acontece ou quando desaparece, não nos permitimos viver de acordo com isso. Por medo.

6) O resultado prático é que muitas e muitas pessoas casadas (as estatísticas destas coisas falam em 65% - um número assustadoramente alto) preferem viver mais ou menos assim: as mulheres casadas optam por ter um marido e um amante de cada vez (fica fino dizer «namorado») e os homens casados optam por ter a mulher e muitos casos sexuais, de preferência, de forma errática, não sequencial. A eles nem lhes passa pela cabeça considerá-las «namoradas». Não passam de um «affair». Obviamente, também numerosos exemplos de homens com «mulher» e «namorada/a outra».

Assim, não se vai muito longe. É apenas o caminho habitual da «Escola do Sofrimento».

Besitos

António