Aos Mestres é-lhes pedido que ascendam.
Tão mais alto,
quanto humanidade necessita,
que a sustentem.
MiM

Libertação de limites planetários e a Emergência dos Filhos da Lei
O desenvolvimento de um organismo, bem como de uma entidade energética ou cosmológica, é sempre regido por ciclos, por ritmos precisos de contracção e expansão, por "pulsação".
Toda a forma, seja ela física-orgânica, mental-psíquica ou etérica-energética, está sujeita ao fluxo e refluxo cósmico, à interacção entre forças propulsoras e constrições estruturantes.
Mahavan-Shuthavan são termos do norte da Índia para estes dois momentos complementares da construção cósmica do ser: Mahavan significa "expansão" e Shuthavan significa “contracção”. Ambos formam as marés do “oceano da criação”.
Em certos ambientes, as forças propulsoras são definidas através do símbolo de URANO, o senhor da revelação libertadora e as constrições estruturantes através do símbolo de SATURNO e o senhor da solidificação do tempo através da forma perfeita.
Desde 2001, muitos seres sensíveis têm percebido um limite invisível imposto à sua consciência - uma forma de impasse, uma contenção, um controle limitativo que impede a expansão natural do ser, por outras palavras, um bloqueio.
Essa condição deve-se fundamentalmente à reacção das forças obsoletas da Terra. A sombra planetária é habitada por operadores metódicos, muito precisos e científicos – os mindlords, senhores do mental, que dominam a passagem entre a quarta e a quinta dimensão planetária, remanescentes egoístas de antigos ciclos, agora encastrados em 13 famílias imperiais secretas na Terra.
Apesar de, conscientemente, motivados por uma tendência demiúrgica e imperial, estes seres operam também como constrições estruturantes, ao obrigarem os servidores da luz a explorar reinos de sinceridade mais vastos e mais poderosos de que a simples "declaração de princípios éticos e morais", e, indirectamente, convidam os amantes planetários a ultrapassar o horizonte do glamour do bem e do amor para se ancorarem definitivamente na filiação à LEI.
Durante cerca de 7 anos estivemos sob o regime destes concelhos limitadores - os prolongamentos dos senhores caídos.
Foi um ciclo de constrição e limitação. Regra geral, essa condição gerou nos servidores sinceros uma impressão de humildade, cuidado, método, exigência qualitativa, eliminação de fascínios de protagonismo e comércio, sede de inocência, de candura, de vontade verdadeira de SER.
Em 8 de Agosto 2008, este ciclo de constrição estruturante termina e o começo de um ciclo de propulsão cósmica é iniciado. Passamos do ciclo de maturação limitativa para um ciclo de revelação fulminante.
Assim como os mindlords limitam o ser, impondo fronteiras rígidas à verdade possível de ser partilhada e vivida, os overlords - os senhores de Orion - os Elohim - deflagram na consciência, nos centros, nos corpos subtis e no todo planetário, imensas correntes ígneas que não se adaptam a nenhuma prisão planetária.
Em 8 de Agosto opera-se efectivamente o alinhamento final entre o portal maior terrestre, Miztitlan - o portal maior das plêiades Alcione, o portal maior de Sírius, Punta Raia, e o portal central de Orion, Alnitak.
Alniatk (Orion)- Punta Raia (Sírius) - Alcione (Plêiades) – Miz Ti Tlan (Terra)
O que é isto, em termos pragmáticos, para além da retórica interdimensional que tantos grupos enfraqueceu nos últimos anos?
Significa simplesmente que esta data marca a descida de um coeficiente de Poder, entendido como o oposto de passividade, jamais visto entre os servidores encarnados.
Este Agosto marca o culminar de uma fermentação secreta no íntimo da Terra, nos seus múltiplos veículos de expressão, dos homens e do sistema solar, complementada por um baptismo estelar sem precedentes.
Sabemos isto não como algo que estudamos e compreendemos, ou como uma conclusão lógica da teoria das energias. Sabemos isto por nós mesmos, porque é inerente a estarmos vivos.
De ORION descem as correntes salvíficas de regénese planetária. A Terra é um dos raros cenários onde o problema universal será resolvido em breve e, cada um de nós, é uma pedra viva na eclesia invisível, sem nome nem morada.
Com alegria no coração, chamamos todos os amantes planetários não a "isto" nem a "aquilo", nem a "nós", nem a rituais externos, mas a si mesmos.
A descida-precipitação Oriónica, agora presente, anuncia o novo ciclo de confiança, alegria, expansão e revolução energética que esperamos desde a nossa adolescência espiritual.
Um evento sublime envolve toda a vida planetária nestes tempos. Correntes de vida, de potência desconhecida, aproximam-se do nosso espaço-tempo. A emergência da Vida Original já começou em todos os quadrantes do nosso planeta. Todos os seres, de todos os reinos, estão a ser internamente mobilizados para uma elevação do coeficiente de luz que a Terra passará a manifestar.
A data 888 não é um indicador absoluto, é contingente, mas nem por isso menos importante. A numeração que usamos para criar o nosso senso cronológico é significativa apenas nos níveis mentais colectivos da humanidade. O Grande Universo e os seus Criadores não se dimensionam por essas datas. No entanto 888 indica um estado de preparação à escala global para a recepção-em-nós de uma influencia espiritual que envolve o nosso sistema solar há muitos anos e que pressiona para descer. Nesse sentido existe uma aliança entre os homens e os senhores melkisedeque: quando os filhos de adão invocam o altíssimo em pureza de coração as potencias celestes respondem, não por causa de um determinismo cronológico mas porque todo o coração responde ao coração: A égide deste alinhamento cosmológico é a Mente-Coração Criadora local - Cristo Miguel.
"Não conheceis AINDA a beleza e o esplendor dos planos de combustão pura, o Universo Ardente. Suaves brisas desse Nível tocarão ao de leve a orla das vossas Almas, o que for suficiente para vos imantar ao ponto de saberdes que não é possível, para aquele que pisou a Senda, abandoná-la.”
Recentemente observei um lençol amarelo a secar num estendal. Como estava encharcado, a tonalidade amarela era escura e sem brilho. Lentamente, à medida que o sol de Agosto secava o tecido, a cor original, intensa, amarelo canário, emergiu numa espécie de escultura contemporânea de alegria e movimento espontâneo.
Vamos caminhar como tigres jovens na floresta ao amanhecer, sob o signo supremo do Cristo Cósmico.
COM AMOR
André Louro de Almeida
Cântico de Salomão
Beije-me com os beijos da sua boca
melhores tuas carícias do que vinho
o aroma dos teus perfumes é melhor
tua fama é odor que se derrama
por isso as raparigas amam-te
arrasta-me atrás de ti corramos
fez-me entrar o rei em sua penumbra
folgaremos e alegrar-nos-emos contigo
lembrar-nos-emos de teus amores
mais do que o vinho
com razão as raparigas amam-te.


MENSAGEM…
Vejamos, de uma forma simples, como, eventualmente pode surgir um trabalho – Uma Obra de Arte.
Uma ideia que nos ocorre! Memórias que nos acompanham… Um número infinito de pontos de partida.
Contudo não há Obra de Arte sem pensamento, mais ou menos explícito.
Hoje não é possível a nenhum artista pensar uma série de trabalhos, sem simultaneamente levar em conta, o Universo em que vivemos. A nossa contemporaneidade. O visitante que procura a Obra de Arte.
Compete ao Artista, através da sua capacidade de comunicar, da sua Força de Expressão, deixar impresso e expresso nos seus trabalhos, todas as emoções que passam, e, atravessam o seu corpo.
Só assim a Obra de Arte adquire o seu sentido mais profundo. Daí resulta a interacção entre a OBRA e o OBSERVADOR. Daí nasce o impacto, a impressão que esse observador receberá e que depois levará consigo para o seu quotidiano.