Este amigo então, é bem parecido com alguém que conheço, Lol.

Lembro-me que nas primeiras menstruações tinha dores terríveis, mas como ainda não bebia café, não me tinham passado a receita.Tomava os habituais comprimidos, mas nada resultava, rebolava-me com dores, e a única coisa que me descontraía eram as historias malucas, e fantásticas que a minha irmã contava, para ver se eu me distraia. Como já não vivo com ela e comprimidos evito sempre que possível tomar, a minha mãe partilhou o segredo, resulta mesmo, eu experimentei.
Café com uma colherzinha de manteiga é magnífico analgésico para as dores menstruais. Depois de o beber, o ideal é a pessoa deitar-se confortavelmente, colocar a mão na barriguita e visualizar uma intensa luz violeta inundando todo o aparelho reprodutor. Relaxar e apaziguar-se com o seu lado feminino.
Muito importante: não ficar furioso com qualquer que seja a dor, é o princípio fundamental para que ela se dissolva.

Que entendeis por “levar uma mensagem”?
Entendeis repetição de palavras — propaganda? A propaganda, por sua própria natureza, é um meio de condicionar a mente.
Qualquer espécie de propaganda — a propaganda comunista, a propaganda religiosa, etc. — visa condicionar a mente.
Se aprenderdes uma “técnica” (como modernamente o chamais), um método, se o decorais e repetis, sereis um bom propagandista; se sois arguto, hábil, eloquente, condicionareis os vossos ouvintes de uma maneira nova, em substituição da antiga; mas isso será ainda condicionamento, ainda que limitado.
É esse o nosso problema.
(continua)
Numa iniciativa conjunta, este texto foi publicado no mesmo dia (6 de Novembro) pelos seguintes blogues:
CALÍGULA – “ Não estou doido, parece-me mesmo que nunca fui tão razoável. Simplesmente senti de repente necessidade do impossível. As coisas tal como são não me parecem satisfatórias.
(…)
CALÍGULA – É a verdade, até á pouco tempo, eu não sabia. Agora sei. Este mundo, tal como está feito, não é suportável. Tenho, portanto, necessidade da lua, ou da felicidade, ou da imortalidade, de qualquer coisa de demente, mas que não seja deste mundo (…).
(…)
HELICON – E qual é, então, essa verdade, Caius?
CALÍGULA – Os homens morrem e não são felizes.
HELICON – Ora… toda a gente passa bem sem essa verdade. Olha á tua volta. Não é ela que os impede de almoçar.
CALÍGULA – Então é porque tudo á minha volta é mentira, e eu, queria que vivesse na verdade. E, justamente, tenho meios para os obrigar a viverem na verdade. Porque eu sei o que lhes falta, Helicon. Eles estão privados do conhecimento, porque lhes falta um professor que conheça aquilo que ensina.”
(…)
“Camus”, Calígula

As sete, novinhas e quentinhas,
maravilhas de Stª Cruz:





Dão-se cachorrinhos lindinhos, mas tem de esperar um cadinho…
Logo, logo vão querer mudar de escola e de residência.
Vá penando nisso e deixe aqui a sua reserva.
Não vão acreditar, ia neste mesmo instante publicar o post quando nasceu mais um …
Amanhã dou noticias, serão 8 ou ainda virão mais??!!!??

”Apesar da Simplicidade própria ás grandes verdades e da Candura necessária para um contacto permanente com o Alto sempre senti muito respeito pelas necessidades da mente superior, tal como sinto respeito pelo meu corpo ou pela minha vida afectiva. Este respeito é equivalente ao respeito que um pai deve ter pelo seu filho. O nosso corpo físico, as nossas emoções, a nossa mente são nossos filhos. Alimentá-los com inteligência, selectividade, carinho e compreensão pelas suas limitações é simplesmente uma das mais belas tarefas do ser intuitivo.”